Reflexos
você
sabia que os bebês tem uma série de reflexos?
Tem
sim!
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Eles
nascem com vários! vamos destacar alguns como: reflexo adaptativo;
que é o reflexo de sugar e engolir, retraimento diante de um
estímulo doloroso, abertura e fechamento dos olhos com as variações
de luz, além dos primitivos que são os que são controlados pelas
partes mais primitivas do cérebro, a medula e o mesencéfalo dos
quais podemos citar:
- reflexo de moro ou de
susto (como um barulho alto ou está em seus braços e você
simula uma queda; o bebê estica os braços, arqueia as
costas e depois junta os braços como quem agarra alguma
coisa;
- reflexos de Babinski
(você toca a planta do pé e ele abre os dedinhos e depois
os curvam);
- reflexo de agarrar
(quando você pressiona qualquer objeto, como o dedo por
exemplo na palma de sua mãozinha e ele agarra o objeto);
- reflexo do passo (
Quando o bebê é segurado em posição ereta e ele realiza
movimentos ritmados com as pernas);
- reflexo-tônico-cervical
(deita o bebê de costas e ele vira a cabeça, o braço e a
perna para o mesmo lado, flexionando os membros opostos);
- reflexos de Badkin
(quando você acaricia as palmas das mãos, as duas ao mesmo
tempo e ele abre a boca, fecha os olhos e inclina a cabeça
para frente);
- reflexo de sucção
(você toca a bochecha dele ou o lábio superior e ele abre
a boca e inicia movimentos de sucção);
- reflexo de marcha
(você segura o bebê por baixo dos braços com os pés nus, tocando uma superfície e ele faz movimentos semelhantes aos de caminhar);
- reflexo de natação
(você coloca o bebê na água, com o rostinho pra baixo e
ele faz movimentos de natação coordenados.
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Com
o desenvolvimento, à medida que são substituídos pelas funções
cerebrais mais complexas, os reflexos primitivos vão dando lugar aos neurológicos normais. (RIBEIRO, Monica Cintrão França – 2011)
Quanto
às habilidades sensoriais?
Embora
haja diferenças nos níveis de desenvolvimento, o recém-nascido
dispõe de todas as habilidades sensoriais: audição, visão,
paladar, olfato, tato, exceto alguns bebês especiais.
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E
o mais interessante é que eles são capazes de ouvir mesmo antes do
nascimento. Claro que os recém nascidos preferem a voz da mãe às
outras mulheres e se o pai for presente, durante a gravidez,
conversando com o bebê na barriga, fazendo carinhos na barriga da mãe etc, ele também vai preferir o som da voz do pai, a outros
homens.(CASPER, FIFER, COLE apud RIBEIRO 2011).
Esses
pequenos…! Desde o nascimento eles reagem aos sons e podem
localizar pelo menos a sua direção aproximada, mas a sua acuidade
auditiva melhora até a adolescência. (WERNER. BOOS 1953; COLE 2003
apud RIBEIRO 2011) Viu por que não é bom crianças e adolescentes
ficarem com fones de ouvidos com sons muito altos?
SABE
O SOM DE UMA GAITA TOCANDO UM BAIÃO?
EITA
QUE ERA BOM VISSE?
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Então,
aquela criança, que não abandonava a tal da chupeta em hipótese
alguma, observava tudo, tinha pensamentos claros como respostas às
brincadeiras que faziam com ela, mas ainda não tinha falado nem
papai, só sabia pedir as coisas com os olhos e mãozinhas.
Vez
por outra todo mundo se reunia e aquele moço colocava um negócio na
boca e fazia um som gostoso, depois parava e batia numa caixinha que
levava na mão e você batia palminha para ele e ria até que um dia,
você estava séria, não batia palminha e nem ria, só olha para os
pés de quem dançava e andava na sua frente - "vou fazer isso..."
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Foi
um dia decisivo! O moço, era seu irmão! Já estava casado e não ia
muito na sua casa, mas, quando ele tocava aquilo todo mundo se
alegrava. Mas, nesse dia ele notou que não estava sorrindo, nem
batendo palminhas para ele… achando que tinha algo errado, começou
a cantar um sambinha e batendo na caixinha ele chamou você. Vem!
Vem dançar com o mano vem! - "Ah ele é mano!"
Ninguém
esperava! você escorregou do colo da mãe e andou até ele e passou
a falar como se já o fizesse há muito e fazia! só não conseguia
fazer o som sair né? E a partir desse dia, falava: pepeta. ombinus,
acum, paiê, manhê, Telinha – chupeta, ônibus, água, pai, mãe e Estela e agora mano – entre outras coisas.
Com
um ano e meio, já falava tudo! Até que ouviu um menino falando um
palavrão e você repetiu com perfeição. Ah! Foi tua desdita!
Aquela que arrumava a casa, que era sua mãe, mas você não sabia
nem o que era isso! Bateu tanto em sua boca que sangrou! Acredita?
A
mãe era uma onça minha criança! Nordestina arretada! Que não admitia palavrão em sua casa, mas, era de jeito nenhum!
Você
chorou, mas, chorou, e não entendeu porque ela fez aquilo! Ficou
sentida com ela, foi como se dissesse: “não é à toa que não vou
com a sua cara!” kkkkkkkk
Telinha
te amava demais, você era a bonequinha dela; levou você no
banheiro, você ficou na pontinha dos pés e ficou olhando o sangre
se misturando a água que caia da torneira… ela lavou sua boca e
você continuou olhando a mistura e achando interessante! Como podia,
aquelas gotinhas vermelhas esticarem e ficar sem cor, por causa da
água? Prestou tanta atenção na mistura que esqueceu que a boca
estava ferida!
Só
lembrou novamente quando Telinha perguntou: “Nossa mãe! Pra quê
fazer isso com a bichinha?” “Filha minha não pode andar com um
palavrão desses na boca não!” aí você lembrou do ocorrido, da
dor, do sangue e da manhê e chorou de mágoa quando ouviu a Telinha
falar: “Mas, mãe! Ela é criança, não sabe que isto é palavrão!
Ela ouviu os meninos falando na rua, repetiu!” - vixe! Doeu de
novo! Você abriu o berreiro e fez suas as palavras de Telinha!
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Eles
se encantam ou desencantam com o sonoridade das palavras, devemos
procurar ilustrar de modo que a criança alcance que tal palavra é
negativa, é feia, não se deve falar.
E
se realmente isso interessa, não sorria! Tudo de errado que eles
fazem na fase de aprendizado, eles nos testam, se perceber que
agradaram não farão outra coisa! Prestam muita atenção nos
adultos e tudo que você aprova com expressões, falas e gestos. Fica
na memoriazinha deles e passam a ter o hábito e já não aceitam
correção. Levam para a escola, para a igreja, para as brincadeiras
e ainda quando são corrigidos falam: “minha mãe fala ou meu pai
fala ou meu irmão fala e por aí vai!
Educação
quem dá são os responsáveis pela criança, os professores instruem
e preparam as crianças, adolescentes e os adultos para o mercado de
trabalho; esta é a função do professor! E a primeira cultura que
ele absorve é a familiar!
Dispois
eu conto mais um bucadim dessa historia!
Um
bração proceis!