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sexta-feira, 9 de junho de 2017




"Não entendo nada de violetas, infelizmente!
Mas de seres, estou no caminho do autoconhecimento... chegarei lá."

A relação afetiva é semelhante a um vasinho de violetas. 

Elas são delicadas e exigem luz, calor, água, terra e nutrição numa medida equilibrada. 

As violetas morrem tanto na carência quanto nos excessos. 

O relacionamento afetivo também.

www.humi.com.br
faça uma visita a essa página, certamente ela lhe dará maiores informações sobre autoconhecimento e lhe dará respostas a muitas indagações.

Até queria ter apurada sensibilidade para compreendê-las. as violetas e, fazer internamente essa apologia ao ser humano e suas relações, com a leveza que essas palavras trazem, como as mãos de um jardineiro divino, mas ainda não sou competente para isso.

Já os seres vivos... estou estudando o tempo todo, me guio por intuição - para ter uma boa intuição preciso estar com o canal bem sintonizado e esta sintonia depende de autoconhecimento, pondo isso em primeiro lugar fica mais tranquilo lidar com as variações humanas -, se não for assim é ensaio e erro; o feedback é que me diz se estou para mais ou para menos.

O homem é produtor de conhecimento (epistêmico) e faz isso o tempo todo, mas, ele precisa da interação, precisa trocar com o outro, caso contrário ele não consegue concluir sua produção epistêmica.


Seres humanos... sabemos que somos todos cheios de defeitos e que de uma forma ou de outra procuramos ou superá-los ou escondê-los como avestruzes ou simplesmente assumimos a síndrome de Gabriela: "eu nasci assim, eu cresci assim e sou mesmo assim..."

Por incrível que pareça, muitos de nós acreditam que estão superando esses desacertos! E mascaram o tempo todo sem se dar conta e acabam não dando ao outro a chance de também reconhecer se está ou não agindo de forma adequada.


Nessas horas, quando resolvo tocar num assunto assim, gosto de falar de mim. Não por uma questão puramente egocêntrica!


É porque flui melhor quando a gente tem um exemplo de vida, uma experiência que tivemos e que serve como ilustração daquilo que estamos querendo dizer e não daquilo que estamos dizendo. Atente para o detalhe desta afirmação: "...ilustração daquilo que estamos querendo dizer e não daquilo que estamos dizendo."

Hoje agradeço muito ter tido pessoas difíceis na vida. Foram verdadeiros laboratórios de autoconhecimento.

Sempre fui lerdinha em observar ambientes, roupas e tudo o mais que ilustra o dia a dia dos meios que andamos, mas, em se tratando de pessoas...

Ficava fascinada olhando nos olhos de uma pessoa considerada "o cão chupando manga", matutando: "por que você é assim? o que será que levou-a a ser como é? será que você é intratável ou isso é carapaça por medo de sofrer?" e descobria pessoas sensíveis, humanas, sofridas, românticas, essencialmente medrosas de se expor e sofrer! Só não enfrentava estupidez, grossura... nem pensar! Tenho alergia a gente grossa, já tenho minha dose para lidar.

Com isso fui me desenvolvendo, fui me soltando. Sem me dar conta estava estudando a mim mesma!

Quando eu estou "apenasmente" séria, como dizia Odorico Paraguaçú, dou sempre a impressão de ser uma pessoa brava. E eu sou! Só que não toda hora e nem por nada! E isso vem mudando com a dialética da vida, que não existe melhor professora, diga-se de passagem!

Conhece o chamado: "estopim virtual"? Era o meu. Tem coisas que são bem grandes emocionalmente, tocam para valer e consigo manter as águas mansas e plácidas e em contrapartida, cai uma gotinha num copo e entorno como um tsunami.

Confesso que não gosto disso, então, para contrariar esse meu comportamento, passo a mudar a vibração conscientemente e acabo brincando com a situação. Tenho notado que gero benefício para mim e confiança no outro.

Acho graça quando alguém diz que não tem paciência com um comportamento humano e que não é obrigada a aturar. Eu de vez em quando me deparo com alguém grossa, estúpida, porque essa afirmação tem que ser acompanhada de um certo sentimento, que tenha uma certa vibração que a Grande Mãe não registre como qualquer tipo de arrogância, se não, ela faz você aprender a ter paciência com aquilo!

Seja repetitivo ou não, Ela provoca em nós um motivo para armar uma verdadeira arena, onde enquanto não nos dobramos a ela e aceitamos aquilo, não para de repetir... e Ela é tão sábia que faz a gente esquecer que passou por aquilo e quando a gente menos espera, ela retorna a lição.

Tenho experienciado essas vivências trazidas ou pelo poder das vibrações de meus sentimentos que despertam Nela o ceitil certo para resgate ou são minhas palavras ao vento carregadas dessas mesmas vibrações.

Fato é que o Mestre dizia: "Pensar condena, falar... assina a sentença." E quem cobra? Ela. A Grande Mãe que não deixa pedra sobre pedra para ensinar seus filhos a viver. Ela faz convergir exatamente para a causa e efeito.

Por essas e outras que quem já está na seara do autoconhecimento e sabe do custo benefício dela, aconselha as outras pessoas a se juntar a elas!

Quando você se coloca nela, a Grande Mãe demonstra toda sua generosidade em lembranças de atitudes que tivemos e ela esta cobrando o preço, em alertas para não infringirmos as leis de causa e efeito. Ela se torna aliada, agindo em nossos pensamentos.

Conclusão, quer ter os seus pensamentos como aliados e não como adversário, procure se conhecer, procure ter contato com seu Eu Superior e as vibrações deles mudarão e você será seu melhor amigo.

Quem consegue ser seu melhor amigo, assim também será de seu próximo. Pense nisso... depois me diga se não faz sentido.


segunda-feira, 5 de junho de 2017

quarta-feira, 29 de março de 2017

É mesmo! Nunca imaginei um fim de mundo tão bom! Eu quero! Somos, no fundo, crianças grandes querendo uma única coisa... ser feliz!

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Podemos dizer que estamos passando por uma fase de transição muito pontual em vários setores da nossa cultura, enquanto povo brasileiro.

Percebemos um input cada vez mais forte, onde flui naturalmente a vontade de deixar de ser inconsciente, seja lá do que for. Queremos saber, e saber cada vez mais!

Muitos podem até se perguntar de onde nasceu tanta curiosidade, será o advento da internet? penso que a humanidade tem vivido momentos isolados em que o ego humano causa tormentos, aborrecimentos e muitos, como a aparência de bons moços, cometendo atrocidades.


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Temos vivido tempos em que a frase solte suas feras, tem sido causada pelo gênio que num momento de más reflexão, aponta dedos em riste! Demonstrando um desequilíbrio causado por um enfraquecimento dos bons sentimentos…

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As pessoas com um pouco mais de idade, chegam a questionar: “antigamente todos tinham nio uns mais outros menos e outros até demais, mas, bem, sempre existiram gênios bons, maus e ferozes e ainda assim, era diferente”.

Onde a pessoa distrai ou mesmo não compreende onde reside o ego, e onde está o Eu Sou, estão desentendidos, em confusões, descompreendidos, vivendo com seus orgulhos, falsidades e ferocidades.

Onde predomina o ego, com o passar do tempo, se não despertar, podem surgir as guerras, as lutas, as brigas, confusões queixumes e desentendimentos por ambições de diversas naturezas; por discórdia, cada um querendo que sua opinião seja a única verdade…

E acabam sendo vitimados pelo próprio ego, que como um fluído, como um vento, traz suas consequências e quem as paga? nós! É como se fosse feito algo não muito positivo e se escondesse as unhas!

Sabem lá onde vamos parar? Alguém imagina onde tudo que estamos vivendo hoje, vai parar?

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Um progresso maravilhoso, mas quanto mais progredimos e temos nossos pés assentado no conforto das tecnologias, em contra partida essa falta de respeito com a vida do próximo.

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Bem, mas aqueles que estão prestando atenção e sentem dentro de si uma vontade de algo mais, procuram o autoconhecimento.

Com o despertar da consciência Eu Sou, temos intrínseca o despertar do terceiro olho, com ele os mistérios, enigmasfenômenos, serão desnudados, sentindo como se um raio de sol, iluminasse o templo interior dia e noite e com isso uma espécie de imunização dos males que se vive hoje é instalada, com a naturalidade de um bebe que aprende a se comunicar com seus pais.

Desta forma, penso que uma alegria sem par, fará parte de nossas vidas. Vamos esquecer o que temos visto de desafiador onde muitos não dão conta dos desafios de sua vida.

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Num crescente, de um a um, com o despertar da consciência, viveremos uma admiração imensa e impressionados; parados, meditando diremos: é verdade! o mundo teve um princípio certamente; muitos dizem que vivemos no fim dos tempos, mas, se isso for o fim… que belo fim, que lindíssimo fim, brilhante. Onde todos se harmonizam consigo mesmos, com a natureza, com os mestres da humanidade, com os agentes, guardiões e uns com os outros”


Estamos cansados… queremos um paraíso! Vamos construí-lo para nós, na mais alta das possibilidades!

sábado, 25 de março de 2017

Depois de esvaziar as gavetas, recomeçar, livre, leve e feliz... Quem não quer ser feliz?

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Algumas pessoas, e me incluo; tem a sensação de uma missão a cumprir. Se perguntam qual seria essa missão. Sentem um desconforto interior como se nada, nem ninguém pudesse responder a esta pergunta: o que estou fazendo aqui neste mundo?

No adormecer da consciência, a centelha divina, o Eu Sou, deixou esse sentimento como se fosse uma senha. Muitos tem esse sentimento tão forte que chegam a fazer uma verdadeira peregrinação em seitas, filosofias, religiões; outros calam essa senha, se sentem sem esperança e se entregam aos artifícios que reforçam seu sono duro como pedra.
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Alguns se jogam no que acreditam, como uma criança se joga numa piscina de bolinhas, mas, de alguma forma essa sensação permanece. Essas perguntas continuam latentes.

"Todos querem a verdade, mas, no fundo ninguém quer pagar o preço." - (trecho de uma música cantada por Fábio Junior)

Como se fossemos cegos de olhos abertos, vamos vivendo no ensaio e erro. Tentando acertar pelos caminhos da vida. Usando do resultado de nossas experimentações como resposta a alguns de nossos porquês. Inconscientemente somos todos cientistas.


Um cientista, em um sentido mais amplo, refere-se a qualquer pessoa que exerça uma atividade sistemática para obter conhecimento. -  https://pt.wikipedia.org/wiki/Cientista



Acabamos por nos tornar cientistas no sentido amplo e subjetivo. E já ao envelhecermos; tantas experiências que fizemos em nossas vidas! achamos que sabemos muito. Aí vem a vida e propõe, além dos desafios que já vivemos: a velhice.

Então? Ela chegou! - Ela quem?? - a velhice. - Para muitos um verdadeiro tormento por falta de aceitação.

Moças de vinte e cinco anos, recém saídas da adolescência vivendo em corpos de sessenta e quatro, com todas as torpezas e lições de saúde que alguém que abusou demais de seu templo pessoal fez por merecer: as noites mal dormidas, as químicas que inalaram, que ingeriram, fora as que nos foram impostas pela indústria!

"Dentro" - uma quantidade de "lixo": amores não correspondidos, decepções, mágoas, traições sofridas, desafetos de toda ordem.

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Por outro lado, debaixo do tapete psicológico, os prejuízos que causou a outrem: emocionais e materiais; momentos de pseudo domínio do outro! as paixões vividas, lembranças... o gosto do prazer que se permitir acessar as conexões neurais, sente ainda nos lábios macios, num momento único, inebriante, uma sensação inigualável, quando vem denso de paixão e entrega. No corpo, o toque suave, mãos macias a acariciar com surpresa a textura da pele enquanto que o receio da recusa vai morrendo em meio aos fluídos expostos e aceitos com uma mansidão de entrega; os momentos de uma felicidade efêmera, um bem passageiro, ludibriador, gerado pelas ilusões de Maya - (é o nome dado às ilusões, segundo o hinduísmo) - alguns segundos do ápice e ele se vai, o prazer. Foram poucos segundos sem lembrar de nada que não fosse seu perfume, sua textura, seu gosto. Faz parte... mas acaba... e quando a velhice chega, algumas convenções vem à tona!

Talvez seja o momento mais sublime da existência, usando a psicologia inversa, pois é o momento que olha para si mesmo e vê que a vida segue, que os filhos nasceram, casaram, tiveram filhos, participamos da criação dos netos, influenciamos a formação pessoal deles com nossos conselhos e tudo se foi, eles também agora não param em casa. Namoram, casam, tem filhos...

E eu? Estou no fim? e aí vem uma ideia... vou refletir sobre a minha vida. A vida lhe traz um conselho através de um programa de televisão, falando sobre a qualidade de vida na terceira idade.
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E eu? Acho que aceito esse conselho... começo por onde? E vez por outra vem a vontade de transmutar... começo por onde? e aí vem um outro conselho: reflexão, meditação, esvaziamento da mente.

Mas a pergunta continua: começo por onde? eu sempre senti que tinha uma missão! Começo por ela? Tento agora, a essa altura saber qual é a minha missão aqui? Não seria tarde? Estou velha e sinto limitações físicas pontuais!

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Por onde começo? - dentro das modernidades de hoje, vou ao google! Vou ao youtube!

Muitas respostas, mas, sabe aquela que dá um click? Todo seu ser diz: é isso!!! - ainda não veio! E aí, como se o universo conspirasse a seu favor e acredite, ele o faz como ninguém, vem esse conselho: https://soundcloud.com/padraohumi/meditacao-humi-por-nilsa-alarcon - Gratíssima!

Descobri minha missão, compreendi que o que tenho que fazer é seguir uns tantos passos, para chegar ao despertar da minha consciência de modo que Eu Sou guie meus passos até encontrar o Eu Real. Esta é minha missão! Sem despertar não auxilio alguém a despertar também!
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Primeiro aceitar que devo entrar naquela salinha, abrir minhas gavetas e jogar fora tudo que acumulei de bom aparentemente e de ruim. Praticar o desapego como quem faxina. Botar fora todas as limitações, os fantasmas que alimentei como sendo fatos reais. Verdadeiros empecilho para minha evolução. Aceitar meu corpinho com suas limitações, encorajá-lo a superar e dizer a ele com muito amor: não tenha medo, Eu Sou estou aqui! Você não está sozinha! Eu amo você e agradeço por me acolher em ti, mas, está mal tratado, sofrido, mesmo nessas roupas caras, nesses perfumes feitos sob encomenda, com seus títulos, com seus prazeres, está mal trapilho na ânsia de sentir uma felicidade que não tenha mais fim. Aquieta-te que vou lhe dizer quem Eu Sou e quem é você. Siga o conselho do Universo, medite.

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terça-feira, 14 de março de 2017

Amotinados, uns contra ou outros?Vamos refletir alguns "sensos comuns"?

Na era da comunicação; quando a globalização abrange realmente a todos, o senso comum se tornou: “sensos comuns”, como pequenos grupos amotinados, uns contra os outros.

Senso comum – que diabo é isso? - Bem, já ouviu falar em Bachelard? Nem eu sabia dele, mas, Gaston Bachelard além de filósofo e poeta, tinha foco em questões referentes à filosofia da ciência. Ele nasceu em Paris em 27 de junho de 1884 em Bar-sur-Aube, na França e morreu em 16 de outubro de 1962 em Paris, França. Foi bem influenciado pelo René Descartes, Edmund Husserl, Carl Jung entre outros.



Bachelard dizia que: (...) entre o conhecimento comum e o conhecimento científico a ruptura nos parece tão nítida que estes dois tipos de conhecimento não poderiam ter a mesma filosofia. O empirismo encontra aí a raiz, suas provas, seu desenvolvimento. Ao contrário, o conhecimento científico é solidário com o racionalismo e quer queira ou não, o racionalismo está ligado à ciência, o racionalismo reclama fins científicos. Pela atividade científica, o racionalismo conhece uma atividade dialetica que prescreve uma extensão constante de métodos.

Resumindo: o senso comum não tem comprovação científica, a partir do momento em que algum pesquisador, tira um tema do senso comum e o comprova cientificamente, ele deixa de ser senso comum e passa a ser conhecimento científico. Ficou claro? Significa também conhecimento adquirido pelo homem, a partir de experiências, vivências e observações do mundo.

Pois bem, voltando aos “grupos amotinados – sensos comuns” - é um universo de assuntos que são considerados senso comum para uns e não são para outros!

Muitos temas sobre a negritude, sobre rico, pobres, gordos, carecas, magros, políticos; temas sobre LGBT, enfim, são muitos! E hoje, sente-se muito mais, por conta da internet. Percebe-se muito claramente que esses grupos, muitas vezes, vivem uns contra os outros. Tramam, combinam e toda sorte de assuntos bons e ruins sobre os amotinados.

Quer uns exemplos? Os ditados, que minha família tem mania de parodiar dizendo “aquele velho deitado” :


Quem tem telhado de vidro não joga pedras no do vizinho!”

Esse até que é pedagógico, ele pede que aceitemos o vizinho como ele é e pede o reconhecimento de nossas próprias falhas. Que não julguemos o outro...


A palavra vale prata. O silêncio vale ouro!”

Não tem hora que esse ditado se inverte não? Talves aquele momento de dizer a verdade para defender alguém ou a si mesmo de um mal maior?



Nem tudo que reluz é ouro!”

Também pode ser considerado pedagógico. Faz com que não sejamos iludidos pelos véus de Maia! Faz com que não sejamos enganados pelas aparências; por pessoas e fatos.

Só percebemos o valor da água depois que a fonte seca!”

Nos estimula a prestar mais atenção no custo beneficio de coisas e bençãos que nosso observador interno deixou passar, porque nosso ego estava inflado, estávamos distraídos. E o que é um distraído? É um sujeito fadado a não perceber as coisas do seu dia a dia. Com isso, não cultiva a gratidão.


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Cão que ladra não morde!”

Isso tem mudado! Hoje em dia, temos que ter muita sabedoria sobre o ser que se diz humano! É uma afirmação muito radical, diante do enfraquecimento mental de muitos por aí!






Em terra de cego quem tem um olho é rei!”

Ah! esse eu gosto muito! Uso toda vez que alguém se destaca no autoconhecimento. Tenho alguns amigos que são iluminados, tem um coração maior que eles mesmos, compaixão pelos outros e alguns até fazem premunições, etc. Acho que para esses cabe. Cabe também usá-lo com ética e honra. Rsss


Barco parado, não faz viagem!”

Esse é bem legal! Esse é para não deixar o cabra tirar o pé do chão só depois que o capim morra, não é?


Cada cabeça sua sentença!”

Esse chama a atenção para o respeito a individualidade do outro, mas tem que ter compaixão para por esse em prática.


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Cada maluco com a sua mania!”

Tem a ver com o outro, acima. E acho que seria as mesmas palavras.





Cada um por si e Deus por todos!”

Olha a seriedade deste! É a lei de Murici – cada qual cuida de sí! - Mas, eis um senso comum que não é positivo, no geral. Não falo por questões religiosas, mas humanas! Há momentos em que deixar cada um por sí é desumano, monstruoso! Taí um a se repensar! Apenas um dos.


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Cada um puxa a brasa para a sua sardinha!”

Como o anterior, passa, só pela a leitura da frase, à prática do egocentrismo. Vamos usar a etimologia?

  • ego: Para os teóricos do ego, abriga-se, sob a denominação de inconsciente, toda sorte de comportamentos e de motivações postos à margem do “controle racional do ego” (HARTMANN, 1969, p. 22). O inconsciente é descrito como desordenado, caótico, causa de comportamentos anti-sociais, figurando como fundamento dos comportamentos desajustados, posto que sede aos “impulsos instintuais irracionais” (HARTMANN, 1969, p. 49 apud www2.pucpr.br/reol/index.php/RF?dd1=1792&dd99=pdf A “PSICOLOGIA DO EGO” E A PSICANÁLISE FREUDIANA: das diferenças teóricas fundamentais – BARATTO, Geselda e AGUIAR, Fernando)

  • Centr=Centro - do vocábulo latino cultus, diz respeito às faculdades intelectuais do homem e ao cultivo do espírito humano - Leia mais: Conceito de centro cultural - O que é, Definição e Significado http://conceito.de/centro-cultural#ixzz4bKfwvYcv – veja onde está o “espírito” deste tema…

  • Ismo - o sufixo -ismo, do Latim -ISMUS, do Grego -ISMÓS, formador de nomes de ação de certos verbos e exprime a ideia de fenômeno linguístico, sistema político, religião, doença, esporte, ideologia etc.

Reflete-se sobre esse senso comum, todos os atos políticos, hoje praticados, ferindo o direito do cidadão, o jeitinho brasileiro… em suma; a falta de ética.


Quem com ferro fere, com ferro será ferido!”

Esse, tem a cara da lei do retorno! Chama nossa atenção para o fato de refletir antes de fazer algo não tão positivo, com algum ser.

E por aí vai! Se for continuar falando desse assunto, sairá um livro, mas um livro um tantinho chato!

Mas o que você quer dizer sobre tudo isso?

Muitos, por toda a dialética” – (do grego dialektiké e significa a arte do diálogo, a arte de debater, de persuadir ou raciocinar), dos “sensos comuns – se acham no direito e até no dever de tomar alguma posição que seja contraria ao outro grupo, usando até de violência para demonstrar seu posicionamento.

Daí, do desrespeito e falta de aceitação do outro, gera uma violência desmedida contra esse, aquele e aquele outro.

Eu quero viver em paz, ter saúde, ter sossego que são as jóias mais preciosas e caras da atualidade.

Eu quero viver na mais altas das possibilidades, isto inclui o desejo de uma autoeducação.

Certa vez, penso que choquei um grupo de amigas com a frase: reinicialização do ser humano, me referindo a esse tipo de educação. Como elas não tinham costume de conversar comigo e. eu sou lenta para me expressar, elas quase gaguejaram, umas até disseram, “não! Não é reinicialização do ser humano! Você usou um termo...”

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Todo bebezinho nasce, além de frágil, dependente de alguém que cuide; nasce puro e bom, sem maldade, sem noção de tempo, espaço, sem ideias suas e nem de nenhum meio. Vão crescendo, e com seus cérebros ainda em formação, que é o centro de comando, vão absorvendo do meio, toda sorte de hábitos, de costumes… vai sendo aculturado pelo seu ambiente e pessoas que o cercam. Então, a recuperação dessa pureza, sem ingenuidade, desse amor dessa criança, que chega a ser universal é apreendido, captado, recuperado e aprendido, através da autoeducação (grifo nosso) como diz Magda Soares.

Reinicialização é um termo usado nessa era moderna, na área da informática, dos eletrônicos que estão em nossas mãos, tablets, pcs, notebooks, iphones, smartphones, etc. Geralmente usa-se para verificar se algo que estava funcionando mal, voltou ao normal do funcionamento daquele aparelho. Reflita. Sinta qual a semelhança deste parágrafo com o anterior.

Estou num momento quase shakespeariano! “ser ou não ser” - Hamlet.

Agora chega cuis qui a vida num é só filosofá não sô! Um beijão procês!








quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Os Avanços físico-motores nos primeiros dois anos de uma criança são impressionantes!


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Essa fase de 0 a 2 anos é realmente o momento de grandes desenvolvimentos! Eles passam de bebês recém-nascidos que mal suportam a cabeça a crianças que correm! Imaginem quantas habilidades intermediárias são necessárias para esse salto? A criança adquire novas possibilidades, quando o sistema nervoso central, os músculos chegam a uma maturidade, se tiverem um ambiente propício elas nos surpreendem.

O desenvolvimento motor é considerado como geneticamente programado.
Resumidamente:
      • de reflexos simples para os mais complexos;
      • da cabeça para os artelhos e do interior para o exterior;
      • é contínua,dinâmica e multifatorial.
      • 1º ergue a cabeça (por volta dos 4 meses);
      • 2º engatinhar pelo chão (9/10 meses);
      • 3º caminhar (12 meses)

É muito interessante observar o desenvolvimento dos bebês! E hoje ainda mais, porque eles estão adquirindo habilidades proveniente de seu desenvolvimento, muito mais rápido. O próprio ambiente e o esclarecimento dos pais os ajudam. (grifo nosso)


Então,

Era uma tarde quente, o chão de terra batida fazia um barulhinho de sapatos pisando na areia grossa.

Os perfumes de sua mãe e de seu pai se misturavam ao vento.

Você, já beirando os 2 aninhos, praticamente se pendurava entre os dois, de mãos dadas e ao som de uma música de Mário Lago com Roberto Martins, cantada por seu pai que não cantava mal, pois era homem boêmio que desde os 13 anos quando fugiu da fazenda de seus avós, foi morar nas casas voltadas para a boemia e tudo que a ela era próprio, inclusive acompanhar a cantoria.

Se essa rua, se essa rua fosse minha,
eu mandava, eu mandava ladrilhar,
com pedrinhas, com pedrinhas de brilhantes,
para o meu, para o meu amor passar.”

E olhava para você fazendo um gesto de galanteio.

Só que você começou a ficar cansada, tinha bronquite desde um mês de idade, graças ao “Continental” que ele fumava desbragadamente. E numa das finalizações da música e do galanteio você pediu colo. - Paiê quel col!- e já foi largando a mão da mãe e esticando os braços para ele. Ele era um homem de idade avançada, você olhou-o debaixo para cima e achou ele muito alto e pançudo.

Ele por sua vez, já carregava o peso da idade e da pança, então, começou a cantar uma música de Nelson Gonçalves, para ver se lhe enredava até mais a frente.
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A Deusa da minha rua,
Tem os olhos onde a lua,
costuma se embriagar,
nos seus..”


E você interrompeu de novo: Paiêê da col, to canxado! - Não teve outro jeito, lembra bem do alívio na dor das perninhas tortas de tanta fofura! E ainda abrandou um pouco a falta de ar.

Suas mãozinhas acariciaram o rosto barbeado e perfumado pelo “Pinho” de sua loção de barbas, enquanto ele a afastava do corpo e constatava que seus sapatinhos haviam sujado a calça do terno.

Naquele momento você achou que ele fosse devolve-la ao chão para seguir a caminhada e atracou no pescoço dele. Mas, não era nada, era apenas para tentar limpar.
Era um casal elegante, não tinham muitas posses, mas, eram bem arrumados, sua mãe era loura dos olhos azuis, era “modista”, formada em corte e costura, fazia os próprios vestidos e, ele vaidoso, vendedor, o melhor da EXTIMBRAS, tinha seu alfaiate.


Desse pedaço da história para a frente, nesse dia, eu também não me lembro para onde foram, o que vocês foram fazer! Depois você me ajuda a lembrar tá?