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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

ACEITAÇÃO E GRATIDÃO 
SÃO SÓ DOIS DOS EXERCÍCIOS
MAIS IMPORTANTES PARA SE POR EM PRÁTICA. 
PARA VIVER BEM CONSIGO E COM A SOCIEDADE A QUAL PERTENCEMOS

Chega a ser engraçado como nos pegamos de surpresa, feito um gato escondido, mas, com o rabicó de fora!

Conheci O Padrão Humi – Orientações dos Mestres – Práticas para Imunização, bem dizer um dia desses!

É um livro com uma didática simples de entender e com exercícios muito valiosos para quem quer dar a si, autoeducação.

O primeiro exercício é intitulado: 1. ACEITAÇÃO – foi uma experiencia muito gratificante pois me deu a oportunidade de confrontar muitas ideias errôneas que tinha a meu respeito.

Venho de um caminho bem longo de autoconhecimento, de muito ensinamento, muito mesmo! Mas, como diziam uns tantos que conheci, a teoria é muito boa, mas a prática é melhor! Essa frase parece óbvia né? Também achava, mas, lendo e relendo este exercício e buscando os links internos do autoconhecimento, percebi que aceitava sim, mas não o suficiente!

Não quero dizer com isto que hoje aceito tudo, mas, posso afirmar que o caminho da aceitação me fez separar o joio do trigo e se tornou mais claro o quanto a aceitação me liberta. Esse exercício abriu outo compartimento em mim que havia deixado de dar atenção devida.

Segundo exercício: 2. GRATIDÃO – O CESTO DE BENÇÃOS – foi um reencontro com meus conceitos empoeirados e por algum tempo e de acordo com a minha lei de atração, deixados de lado e com uma vibração um tanto baixa. Ao ler e praticar esse exercício, percebi o quanto a gratidão afasta energias negativas! É como aspirar o ar fresco da aurora na mata virgem. A sensação de tremenda alegria que faz vibrar até quem se aproxima da gente!

Ter gratidão por sentir os pulmões se encherem e sair, como uma vassourinha, oxigenando cada célula e limpando-as do gás carbônico e não achar que isto é uma obrigação do meu corpo. É sim, dádiva divina, presente da Grande Mãe que me creou, me gerou e me mantém de tudo. E aí vem a gratidão pelos bens e serviços; do cultivo do algodão à blusa que visto, da formação do petróleo pela Natureza e seus enteais até o carro que também teve sua manufatura.

E aí eu percebi que temos muito mais a agradecer do que achar falta de algo!

Em conversa com amigos dorminhocos no caminho do autoconhecimento, falei da gratidão á missão que o “mal” tem junto a nós, de incitar, impelir nossa procura pelo bem e quanto maior a ação do mal sobre o vivente, mais pressa ele tem de buscar o bem, o bom e o belo. Claro que não concordaram! mas, me serviu mais uma vez para compreender e aceitar que tudo tem o seu tempo. Cada um tem seu momento.


Como diz o poeta: toda caminhada começa no primeiro passo. Agradeço a toda a Hoste Unificada dos Mestre Imateriais, por ter dado o primeiro.
www.humi.com.br

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

MAIS O QUE QUE TEM A VER OS REFLEXOS COM UMA GAITA TOCANDO BAIÃO?

Reflexos

você sabia que os bebês tem uma série de reflexos?
Tem sim!
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Eles nascem com vários! vamos destacar alguns como: reflexo adaptativo; que é o reflexo de sugar e engolir, retraimento diante de um estímulo doloroso, abertura e fechamento dos olhos com as variações de luz, além dos primitivos que são os que são controlados pelas partes mais primitivas do cérebro, a medula e o mesencéfalo dos quais podemos citar:
  • reflexo de moro ou de susto (como um barulho alto ou está em seus braços e você simula uma queda; o bebê estica os braços, arqueia as costas e depois junta os braços como quem agarra alguma coisa;
  • reflexos de Babinski (você toca a planta do pé e ele abre os dedinhos e depois os curvam);
  • reflexo de agarrar (quando você pressiona qualquer objeto, como o dedo por exemplo na palma de sua mãozinha e ele agarra o objeto);
  • reflexo do passo ( Quando o bebê é segurado em posição ereta e ele realiza movimentos ritmados com as pernas);
  • reflexo-tônico-cervical (deita o bebê de costas e ele vira a cabeça, o braço e a perna para o mesmo lado, flexionando os membros opostos);
  • reflexos de Badkin (quando você acaricia as palmas das mãos, as duas ao mesmo tempo e ele abre a boca, fecha os olhos e inclina a cabeça para frente);
  • reflexo de sucção (você toca a bochecha dele ou o lábio superior e ele abre a boca e inicia movimentos de sucção);
  • reflexo de marcha (você segura o bebê por baixo dos braços com os pés nus, tocando uma superfície e ele faz movimentos semelhantes aos de caminhar);
  • reflexo de natação (você coloca o bebê na água, com o rostinho pra baixo e ele faz movimentos de natação coordenados.
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Com o desenvolvimento, à medida que são substituídos pelas funções cerebrais mais complexas, os reflexos primitivos vão dando lugar aos neurológicos normais. (RIBEIRO, Monica Cintrão França – 2011)

Quanto às habilidades sensoriais?
Embora haja diferenças nos níveis de desenvolvimento, o recém-nascido dispõe de todas as habilidades sensoriais: audição, visão, paladar, olfato, tato, exceto alguns bebês especiais.

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E o mais interessante é que eles são capazes de ouvir mesmo antes do nascimento. Claro que os recém nascidos preferem a voz da mãe às outras mulheres e se o pai for presente, durante a gravidez, conversando com o bebê na barriga, fazendo carinhos na barriga da mãe etc, ele também vai preferir o som da voz do pai, a outros homens.(CASPER, FIFER, COLE apud RIBEIRO 2011).

Esses pequenos…! Desde o nascimento eles reagem aos sons e podem localizar pelo menos a sua direção aproximada, mas a sua acuidade auditiva melhora até a adolescência. (WERNER. BOOS 1953; COLE 2003 apud RIBEIRO 2011) Viu por que não é bom crianças e adolescentes ficarem com fones de ouvidos com sons muito altos?


SABE O SOM DE UMA GAITA TOCANDO UM BAIÃO?

EITA QUE ERA BOM VISSE?

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Então, aquela criança, que não abandonava a tal da chupeta em hipótese alguma, observava tudo, tinha pensamentos claros como respostas às brincadeiras que faziam com ela, mas ainda não tinha falado nem papai, só sabia pedir as coisas com os olhos e mãozinhas.

Vez por outra todo mundo se reunia e aquele moço colocava um negócio na boca e fazia um som gostoso, depois parava e batia numa caixinha que levava na mão e você batia palminha para ele e ria até que um dia, você estava séria, não batia palminha e nem ria, só olha para os pés de quem dançava e andava na sua frente - "vou fazer isso..."

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Foi um dia decisivo! O moço, era seu irmão! Já estava casado e não ia muito na sua casa, mas, quando ele tocava aquilo todo mundo se alegrava. Mas, nesse dia ele notou que não estava sorrindo, nem batendo palminhas para ele… achando que tinha algo errado, começou a cantar um sambinha e batendo na caixinha ele chamou você. Vem! Vem dançar com o mano vem! - "Ah ele é mano!"

Ninguém esperava! você escorregou do colo da mãe e andou até ele e passou a falar como se já o fizesse há muito e fazia! só não conseguia fazer o som sair né? E a partir desse dia, falava: pepeta. ombinus, acum, paiê, manhê, Telinha – chupeta, ônibus, água, pai, mãe e Estela e agora mano – entre outras coisas.

Com um ano e meio, já falava tudo! Até que ouviu um menino falando um palavrão e você repetiu com perfeição. Ah! Foi tua desdita! Aquela que arrumava a casa, que era sua mãe, mas você não sabia nem o que era isso! Bateu tanto em sua boca que sangrou! Acredita?
A mãe era uma onça minha criança! Nordestina arretada! Que não admitia palavrão em sua casa, mas, era de jeito nenhum!

Você chorou, mas, chorou, e não entendeu porque ela fez aquilo! Ficou sentida com ela, foi como se dissesse: “não é à toa que não vou com a sua cara!” kkkkkkkk

Telinha te amava demais, você era a bonequinha dela; levou você no banheiro, você ficou na pontinha dos pés e ficou olhando o sangre se misturando a água que caia da torneira… ela lavou sua boca e você continuou olhando a mistura e achando interessante! Como podia, aquelas gotinhas vermelhas esticarem e ficar sem cor, por causa da água? Prestou tanta atenção na mistura que esqueceu que a boca estava ferida!

Só lembrou novamente quando Telinha perguntou: “Nossa mãe! Pra quê fazer isso com a bichinha?” “Filha minha não pode andar com um palavrão desses na boca não!” aí você lembrou do ocorrido, da dor, do sangue e da manhê e chorou de mágoa quando ouviu a Telinha falar: “Mas, mãe! Ela é criança, não sabe que isto é palavrão! Ela ouviu os meninos falando na rua, repetiu!” - vixe! Doeu de novo! Você abriu o berreiro e fez suas as palavras de Telinha!

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Eles se encantam ou desencantam com o sonoridade das palavras, devemos procurar ilustrar de modo que a criança alcance que tal palavra é negativa, é feia, não se deve falar.

E se realmente isso interessa, não sorria! Tudo de errado que eles fazem na fase de aprendizado, eles nos testam, se perceber que agradaram não farão outra coisa! Prestam muita atenção nos adultos e tudo que você aprova com expressões, falas e gestos. Fica na memoriazinha deles e passam a ter o hábito e já não aceitam correção. Levam para a escola, para a igreja, para as brincadeiras e ainda quando são corrigidos falam: “minha mãe fala ou meu pai fala ou meu irmão fala e por aí vai!

Educação quem dá são os responsáveis pela criança, os professores instruem e preparam as crianças, adolescentes e os adultos para o mercado de trabalho; esta é a função do professor! E a primeira cultura que ele absorve é a familiar!

Dispois eu conto mais um bucadim dessa historia!

Um bração proceis!

domingo, 5 de fevereiro de 2017

Com olhar observador; esses conhecimento lhe permitam construir estratégias que possibilitem intervenções que beneficiarão no desenvolvimento das crianças sob seus cuidados.


Como as capacidades dos indivíduos vão se diferenciado ao longo da vida?


A psicologia tem um ramo chamado de: “A Psicologia do Desenvolvimento” que busca um entendimento sistemático da sequencia de mudanças cognitivas, psicossociais, psicossexuais, bio-psíquicas e seus desdobramentos ao longo dos ciclos da vida.



Mas o que é Ciclo Vital?


Embora a psicologia esteja sempre se desenvolvendo e este desenvolvimento é complexo e dinâmico, temos conceitos do que seria o ciclo vital, claro que não é uma conclusão fechada.


Estudar o ciclo vital significa admitir que o desenvolvimento humano ocorre durante a vida e cada período é influenciado pelo que aconteceu antes e irá afetar o que virá depois. Sugere também que cada fase tem sua importância características e valores especiais. (RIBEIRO, 2011)
Imagem da internet
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Resiliência, no campo da psicologia é a capacidade de minimizar ou superar os efeitos nocivos das situações difíceis e das adversidades. No decorrer do ciclo vital, da concepção à morte, torna-se claro que são raras as pessoas que não superam situações adversas.

Fato é que no período gestacional que é de transformações biopsicossociais. Há mudanças no corpo da mãe muito rápidas, há mudanças na identidade, são intensos os sentimentos e emoções, muitas vezes contraditórios e geradores de ansiedade. Na verdade, há uma série de ajustes entre a mãe e a gestação: medos, preocupações com anomalias, uma maior dependência da família, às vezes a relação do casal se abala e tudo isso durante a formação desse ser.

Quando esse bebê nasce, além de todas as mudanças que sua presença exige no seio familiar, com novas responsabilidades, tem o período de amamentação e além do desenvolvimento físico-motor, desenvolvimento cognitivo, habilidades sociais, o bebê ainda nasce cheio de reflexos e habilidades sensoriais. Seus sentidos vão sendo desenvolvidos e ele vai assimilando tudo que diz respeito ao seu ambiente: desde de sabores, cheiros, tons de vozes, enfim, tudo que diz respeito a esse ambiente.
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O desenvolvimento cognitivo do recém-nascido, a forma como adquirem conhecimento – a capacidade dos bebês de aprenderem a partir da experiência está presente desde os primeiros dias de vida. Basta observar as primeiras mamadas em relação às subsequentes, em poucos dias os reflexos de sucção e deglutição, que a principio são descoordenados e no geral tonam a situação de amamentação caótica, transformando-se em comportamentos qualitativamente diferentes que se desenvolvem por meio da reorganização dos vários reflexos e,  assim, o bebe ajusta-se a mãe. (RIBEIRO. 2011)


E depois de ler nossa pesquisa,
fica mais fácil compreender a cabecinha desta criança
a quem estamos dando voz!


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Família de poucas posses, normalmente o banho era na bacia, porque nesse tempo, banheira era coisa de gente rica. Então ele chegou de terno, camisa de linho e gravata, atirou o paletó na cadeira, dobrou as mangas da camisa e correu para dar banho na princesinha dele.

Suas mãos lavavam seu corpinho indefeso e inocente enquanto a felicidade de estar na água e aquele cheirinho de Phebo subia.

Enquanto lhe dava o banho, brincava com você, fazia cosquinhas, mas, aquela cosquinha era diferente, dava uma sensação boa, mas nunca completa, ficava faltando uma coisa... tinha dia que você ficava até triste porque a cosquinha parava na hora mais gostosa do mundo! E você pensava: por que parou? faz mas! O tempo passou e nunca mais.. ninguém fez mais cosquinha, ele não lhe dava mais banho só a mocinha ou aquela que cuidava da casa. - Vixe! já deu até briga por causa desses banhos! Ninguém podia entrar no banheiro não!

Com o tempo tudo ficou no esquecimento, até um dia desses na psicanalista, né? Mas, disso a gente fala depois.

Vixe! mais já falei demais por hoje! Inté!




terça-feira, 31 de janeiro de 2017

EI! NEM TODA GRACINHA A GENTE DEVE ESTIMULAR!
FILHOS NÃO SÃO PROPRIEDADES...
ORIENTEM-NO PARA O BEM DELE E DOS OUTROS! É SÓ UMA DICA VIU?




Relembrando Jean Piaget: “Com seus reflexos neurológicos básicos o bebê começa a criar esquemas das ações das pessoas que convivem com ele, do meio em que vive, com um processo que segundo ele, é uma assimilação direta nascida do contato, sem representações nem pensamentos.”

Imagem de internet - Alguém dá o exemplo e eles imitam.
Sabe aquele ditado popular: “falar ensina, mas exemplo arrasta?” Pois é, a gente precisa prestar atenção nos exemplos que estamos dando às crianças nesta fase de construção de seus esquemas neurológicos de aprendizagem, fase de assimilação.



Então ele chegou! Estava todo brilhando, foi para um lugar por ali e fechou a porta. Estava demorando e quando saiu… hum cheirinho bom! Molhou o cabelo, mas, num estava brilhando mais. - Você gostou disso não foi pequena? Papai tomou banho e saiu todo cheiroso! Pegou-a nos braços e saiu.

Olha a rua aí! Hum… que lugar é esse, tem um monte de gente parecida com ele, não de rosto, mas, de roupas… Barulho! Todo mundo falando ao mesmo tempo! Que é isto que está pondo na boca? Também quero! Eca! É muito ruim! - É pequena, seu pai tinha lhe apresentado a cerveja! Pela cara e o tanto que cuspiu, não foi um prazer em conhecer não né?

Mas, virou rotina, ele passou a levar você todo fim de semana. Falo porque eu sei onde ele lhe levava viu? Era para o boteco! Até o dia que lhe deu um rabo de galo (cachaça da boa com vermut) e você chegou dormindo nos braços dele; bêbado e levou uns gritos da mamãe. Você foi direto para o berço! E sua mãe foi tentar colocar um pouco de juízo na cabeça dele… nunca mais ele levou você para lá! 

         
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                                     Saúde
Quando entra no organismo, o álcool vai diretamente para o cérebro, o fígado, o rim e o coração. Como a criança está em desenvolvimento, pode prejudicar a formação dos neurônios, acarretar problemas nos batimentos cardíacos e levar a problemas de aprendizado e de desenvolvimento psicomotor. O álcool é proibido para menores de 18 anos justamente porque abrange a idade de formação do corpo.  Em alguns países, a idade mínima é de 21 anos.
Outro detalhe é que uma quantidade muito menor faz efeito muito maior em uma criança. Por exemplo, um copo pequeno de cerveja pode não ter grandes consequências em um adulto, mas pode levar uma criança ao hospital. (ww.alcoolismo.com.br/o-alcool/criancas-e-bebidas-alcoolicas-nao-combinam-saiba-o-porque/)
       
  Já falei demais hoje! Inté!

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

VENTRE VIRADO? - Esse povo antigo tem umas coisas estranhas!

" Diz a crença que quando a criança toma um susto vira o ventre, e isso causa diarreia de cor verde, a criança fica irritadinha. E dizem que isso só melhora se levar a criança em uma rezadeira. Public. 
em 7 de nov de 2011 no brasil.babycenter.com/thread/3337/ventre-virado"


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"Jean Piaget revolucionou a educação de crianças. Conseguiu mostrar, segundo suas experiências, que como sujeitos epistêmicos - esse conceito reúne saberes da Biologia, da Psicologia e da Filosofia para explicar como todos podem aprender e como a inteligência se desenvolve - , que elas não aprendem como os adultos e constroem seu aprendizado organizando mentalmente pelo modo que chamou de assimilação e acomodação. O primeiro estágio que vai de 0 a 2 anos ele chamou de sensório-motor.

Mas, como assim? O bebê pega o que está em sua mão; "mama" o que é posto em sua boca; "vê" o que está diante de si. Aprimorando esses esquemas, é capaz de ver um objeto, pegá-lo e levá-lo a boca. A sensação de prazer desta criança Freud chamou de fase oral quando criou as teorias do desenvolvimento psicossexual. Mas isso é outra história! Também vou falando sobre o assunto! (adaptadohttp://penta.ufrgs.br/~marcia/estagio2.htm)

Com seus reflexos neurológicos básicos o bebê começa a criar esquemas das ações das pessoas que convivem com ele, do meio em que vive, com um processo que segundo Piaget, é uma assimilação direta nascida do contato, sem representações nem pensamentos. Como somos diferentes aprendemos de modo muito particular."
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A segunda lembrança: aquela que fazia as coisas em casa entrega você para essa outra, que também não era familiar, que nunca viu antes e que de repente pegou pelos pés e virou de cabeça para baixo atrás da porta. Que medo de cair de cabeça! E o que era aquele negócio verde que ela batia em você? E ela estava tão séria e não escutava você gritando que ia cair! Foi um horror! Parecia que não ia acabar nunca mais! De repente ela te devolveu e a outra te balançou e aquilo estava até gostosinho... foi parando a vontade de chorar, - mas não me dá pra ela de novo!

Isso tudo era sua mãe lhe dando para a benzedeira rezar seu ventre atrás da porta e de cabeça para baixo! Aquele negócio verde, era guiné e arruda. Você nunca esqueceu da sensação de medo, impotência e do que você "pensava" e ninguém ouvia! Ah! e foi dali que você começou a prestar atenção que conversavam com você e quando você respondia a pessoa não ouvia e perguntava de novo. Tinha ora que era de irritar, aí você fazia o que sabia... chorar kkkkkkkkk. Inté chorona!


domingo, 29 de janeiro de 2017

PELA JANELA DOS OLHOS

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Quando olhamos um bebê, não temos ideia, vaga que seja, do que se passa na cabecinha dele. Jean Piaget observou os próprios filhos para falar dos estágios  de desenvolvimento cognitivo, que criou esquemas de como é o processo de aprendizagem da criança e adolescente. Dando um mergulho em suas memórias mais profundas. A partir de quando um ser pode ter lembrança de algo em sua vida?Pois foi olhando uma foto que passei a analisar: Que dizer de você minha linda criança? Tão inocente, ingênua, confiante e bela, mas, com tantos reflexos de um tempo distante?

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A primeira lembrança: - "Meu Deus! o que faço agora? Já tive nove filhos que me deram muito trabalho, agora que a menor está mocinha, vou começar tudo de novo? Velha, cansada e ainda doente? Mas, não podia deixá-lo sem um filho! Pelo menos este! Que Deus me ajude. - Essa pessoa chorava muito e sentia muita tristeza, arrependimento, sacrifício, tentava se conformar. E aí tudo parou.

O que vibrava naquele homem quando lhe viu superou  qualquer tristeza. Era uma sensação de bem querer, mais que bem querer! quando pegava você era bom! Mas ele sumia...! E ficava a mocinha e a outra que fazia umas coisas na casa. Mas você só queria ficar com a mocinha.

Sente e não sabe explicar o quanto o que vê é estranho aos seus olhos.

- Que gente é essa? Não  conheço ninguém! Será que não percebem que eu não sou daqui? Mas, afinal, o que estou fazendo aqui? E se não sou daqui, de onde eu sou?

Os reflexos começaram a aparecer na sua estranheza ao olhar para as roupas, prestar atenção nos cheiros, no gosto do alimento que lhe era dado. Nada era familiar.

E daí por diante, já que ninguém ouvia seus pensamentos, quando transbordava, o choro era o desabafo. Também não tinha alguém que lhe tirasse dali para levá-la para algum lugar que você se lembrasse, alguém que lhe respondesse seus questionamentos, o jeito foi aceitar, e aí foi aflorando a criatividade.

- Quem é essa que cuida de mim? Não consigo me lembrar dela, só sinto que não gosto do jeito dela. Gosto desse que me faz carinho e brinca comigo e  dessa outra que me dá  banho e põe essas coisinhas que voam quando ela me leva para ver a rua.

- Ele chegou!! Como gosto quando me pega e me leva para a rua, faz tudo que preciso, troca quando me molho, lava os paninhos e aquela lá mostra o paninho esticado... por que será que fica assim? - ô por que fica assim? - ela continua achando ruim que está esticado, tá duro... (o amor demais por você estava estragando tudo, seu pai queria fazer TUDO que tivesse a ver com você! mas, não sabia lavar roupa, deixava suas fraldas durinha de sabão!). É até engraçado, vendo de fora! kkkkk - Amanhã te conto mais tá?

sábado, 28 de janeiro de 2017

Reflexões...

Uns tem dificuldade de compreender: como assim? - todos estão conectado? - mas, querem conseguir compreender, outros vêem conexões fragmentadas daquilo que acredita ser verdadeiro em cada mensagem escrita, falada ou simplesmente cantada. Eu faço parte destes dois tipos. Certa vez, lendo "Lao-Tzu" fiquei muito intrigada com os "momentos" em que as pessoas ascendiam, o que lia como "iluminavam-se" Ai... vivendo... tenho percebido que cada um tem sua maneira de buscar sua iluminação, seu Eu Sou. Existe a cerne, mas, cada um a encontra de acordo com sua capacidade de entendimento, com seus códigos e linguagens internos. Muito de quem busca, vem fantasiado daquilo que acredita. Então... está tudo certo.